-Na vida só se anda para a frente. Podemos olhar para trás e viver no passado, ou olhar para a frente e construir o futuro.
-Os nossos lábios são por vezes o espelho por onde outros não querem ver a sua imagem.
-A voz do coração é o som da verdade.
-Os olhos de quem amamos são como o por do sol, doces, mágicos e repletos de beleza.
-Respirar é a forma básica da vida. Sobreviver é a forma complexa de saber o que é viver.
-Por mais infinito que seja o céu, ele nunca fará parte de mim.
-O sabor do vento não passa de um sabor neutro, feito de ilusões.
-Não somos a Luz, somos uma chama. Ardemos e cessamos, a Luz é infinita.
-Um beijo é uma pedra. Muitos beijos são um palácio, o edifício da paixão.
-É verdade que há mentiras. Sendo assim, a mentira vive por entre as verdades
-Fechar os olhos e adormecer é cair em paz profunda. Sonhar é abrir os olhos, mantendo-os fechados.
-Caminhar devagar para um destino, é paciência. Caminhar para um destino, rompendo o trilho, é ganância.
-Quanto mais precisamos de sorte, menos ela precisa de nós.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Sorrisos
Criações de felicidade
Desenhos de alegria
Expresso nos teus lábios
Impresso no teu coração
Rastos de magia
Sabores de paixão
Parece tão distante
O teu calmo respirar
Talvez nunca o venha a sentir
Talvez nunca o venha a provar
Um só sorriso
Que se mostra, doce
Mas tão divino
Que nunca poderia ser meu
Desenhos de alegria
Expresso nos teus lábios
Impresso no teu coração
Rastos de magia
Sabores de paixão
Parece tão distante
O teu calmo respirar
Talvez nunca o venha a sentir
Talvez nunca o venha a provar
Um só sorriso
Que se mostra, doce
Mas tão divino
Que nunca poderia ser meu
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Vida
Será que todos nós aprendemos a viver? Acho que poucos de nós sabem o que é a vida sequer.
-É possível que seja um texto onde as frases nos critiquem e caracterizem. Algumas magoam-nos, outras deliciam-nos. Somos arrastados para o fundo, magoados e feridos, mas por mais amargo que seja o sabor, só os cegos não encontram o seu caminho. A chuva molha-nos a todos, mas todos nós secamos.
-O coração bate apenas, forte ou fraco, consoante aqueles que o carregam. Mantém-nos vivos ate perder as suas forças e parar. É, por vezes, injusto que o faça quando mais precisamos dele. No entanto, é apenas mais um que nos vira as suas costas.
-A vida assemelha-se a uma viagem. Feita de passos, encontros e acontecimentos aleatórios, e despedidas. Seguimos vários caminhos e atingimos vários locais. Andamos sobre veludo, rocha e cinza, mas nunca paramos. Parar é ser derrotado. Por isso caminhamos, na esperança de encontrar um sítio onde o ar fresco nos preencha e a luz nos ilumine. Caminhamos para chegar ao topo.
-É na alma que guardamos os nossos tesoros e os nossos segredos. Esta tem duas faces. Uma que sorri eternamente para nós, outra que nos entristece só de a ver. A elas confiamos os nossos momentos e emoções. A alma absorve tudo, e com ela aprendemos. Ela enriquece-nos, mas controla-nos também. É essa a sua essência e magia. A magia de nos dizer quem somos
-É possível que seja um texto onde as frases nos critiquem e caracterizem. Algumas magoam-nos, outras deliciam-nos. Somos arrastados para o fundo, magoados e feridos, mas por mais amargo que seja o sabor, só os cegos não encontram o seu caminho. A chuva molha-nos a todos, mas todos nós secamos.
-O coração bate apenas, forte ou fraco, consoante aqueles que o carregam. Mantém-nos vivos ate perder as suas forças e parar. É, por vezes, injusto que o faça quando mais precisamos dele. No entanto, é apenas mais um que nos vira as suas costas.
-A vida assemelha-se a uma viagem. Feita de passos, encontros e acontecimentos aleatórios, e despedidas. Seguimos vários caminhos e atingimos vários locais. Andamos sobre veludo, rocha e cinza, mas nunca paramos. Parar é ser derrotado. Por isso caminhamos, na esperança de encontrar um sítio onde o ar fresco nos preencha e a luz nos ilumine. Caminhamos para chegar ao topo.
-É na alma que guardamos os nossos tesoros e os nossos segredos. Esta tem duas faces. Uma que sorri eternamente para nós, outra que nos entristece só de a ver. A elas confiamos os nossos momentos e emoções. A alma absorve tudo, e com ela aprendemos. Ela enriquece-nos, mas controla-nos também. É essa a sua essência e magia. A magia de nos dizer quem somos
Horizonte Que Te Desenhas Ao Longe
O horizonte desenha-se ao longe
Tão doce, tão gigantesco
Mas tão dificil de tocar
É talvez um producto da imaginação
Que nos faz esquecer a distância
E o torna num desejo
Talvez tu tenhas partido para esse horizonte
E te tenhas tornado num desejo
Na memória de um beijo
Que se desvanece onde morre o Sol
Tão doce, tão gigantesco
Mas tão dificil de tocar
É talvez um producto da imaginação
Que nos faz esquecer a distância
E o torna num desejo
Talvez tu tenhas partido para esse horizonte
E te tenhas tornado num desejo
Na memória de um beijo
Que se desvanece onde morre o Sol
Palavras
Palavras. O que são de facto palavras? São conjuntos de letras que ganham um sabor, um espírito. Juntas podem fazer tanto, do inimaginável como do imprevisível.
São a unidade da comunicação, da caracterização e da narração. São escritas, ditas ou pensadas. São doces, neutras ou amargas. São, quase, o ar que respiramos.
Sim, são só quase o ar que respiramos. E ainda bem, porque há outras formas de nos explicarmos e expressarmos. Um gesto, um olhar ou um beijo, são todos eles métodos de iniciar ou terminar um discurso magicamente.
Mas as palavras estão sempre lá, para dizermos a coisa certa ou a coisa errada. Para tecermos teorias e preconceitos. Para sermos hiperbólicos a falar de amor. Criamos e alimentamos o nosso vocabulário e dele nos servimos para falar de sentimentos que nutrimos por outros, e que outros nutrem por nós.
E as palavras evoluem e diversificam-se. Tornam-se nomes e adjectivos. Nascem metáforas e eufemismos. Criam-se adjectivações e exclamações. Juntam-se, amontuam-se e fazem frases, parágrafos e textos. Textos que dão origem a romances e odisseias.
Mas por maior que seja a obra, não passa de uma molécula. Uma molécula composta por átomos. Átomos que são, na verdade, palavras.
São a unidade da comunicação, da caracterização e da narração. São escritas, ditas ou pensadas. São doces, neutras ou amargas. São, quase, o ar que respiramos.
Sim, são só quase o ar que respiramos. E ainda bem, porque há outras formas de nos explicarmos e expressarmos. Um gesto, um olhar ou um beijo, são todos eles métodos de iniciar ou terminar um discurso magicamente.
Mas as palavras estão sempre lá, para dizermos a coisa certa ou a coisa errada. Para tecermos teorias e preconceitos. Para sermos hiperbólicos a falar de amor. Criamos e alimentamos o nosso vocabulário e dele nos servimos para falar de sentimentos que nutrimos por outros, e que outros nutrem por nós.
E as palavras evoluem e diversificam-se. Tornam-se nomes e adjectivos. Nascem metáforas e eufemismos. Criam-se adjectivações e exclamações. Juntam-se, amontuam-se e fazem frases, parágrafos e textos. Textos que dão origem a romances e odisseias.
Mas por maior que seja a obra, não passa de uma molécula. Uma molécula composta por átomos. Átomos que são, na verdade, palavras.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
As Cores Com Que Pintamos A Vida
Na arte vemos aquilo
Em que não podemos tocar
Sim, na arte
Com a qual nos viemos a apaixonar
Como o quadro abstracto
Que cria em mim sentimentos
Que não sei descrever
E que no reino da palavra não existem
Será isso que nos ilude
A vontade de sentir o desconhecido
O não tocável
Mas desejável
O fantástico
Representado na tela
Na pauta, no som
Estão as cores
Com que pintamos a vida
Não será isto tudo verdade?
Vim eu um dia a perguntar-me
Mas a resposta não reside em mim
Em que não podemos tocar
Sim, na arte
Com a qual nos viemos a apaixonar
Como o quadro abstracto
Que cria em mim sentimentos
Que não sei descrever
E que no reino da palavra não existem
Será isso que nos ilude
A vontade de sentir o desconhecido
O não tocável
Mas desejável
O fantástico
Representado na tela
Na pauta, no som
Estão as cores
Com que pintamos a vida
Não será isto tudo verdade?
Vim eu um dia a perguntar-me
Mas a resposta não reside em mim
Paixão e Fogo
Paixão e o fogo são coisas diferentes
Ambos ardem
Mas nunca infinitamente
Queimam
O que conseguirem queimar
Consomem
Até a mais ínfima partícula
Destroem
Sem espaço para remorsos
E quando se olham ao espelho
Vêem-se um ao outro
Mas nota-se uma diferença
Um é Fogo
Outro é Paixão
sábado, 24 de outubro de 2009
Que Gele O Sangue
Iluminados sejam aqueles
Que na sua mais pura inocência
Se deixam trair
Que ecoe nos ouvidos
A perfeita melodia
E que gele o sangue
E o transforme em ouro
Assim os campos do massacre
Não serão meras ruínas
E cemitérios esquecidos
Que arda no fogo do pecado
O meu coração esquartejado
Ferido, magoado
Pela malícia das tuas mãos
Sei que cheira a Morte
Mas ela ainda não chegou
As asas nascem nas minhas costas
E salvam-me da perdição
De mim apenas sobra
Uma pena...
Que na sua mais pura inocência
Se deixam trair
Que ecoe nos ouvidos
A perfeita melodia
E que gele o sangue
E o transforme em ouro
Assim os campos do massacre
Não serão meras ruínas
E cemitérios esquecidos
Que arda no fogo do pecado
O meu coração esquartejado
Ferido, magoado
Pela malícia das tuas mãos
Sei que cheira a Morte
Mas ela ainda não chegou
As asas nascem nas minhas costas
E salvam-me da perdição
De mim apenas sobra
Uma pena...
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